sábado, 25 de abril de 2009

Vejo que muitas pessoas acessam o Blog Coizaradas em busca de ajuda quando o Ares não conecta. Fiz uma postagem sobre esse assunto há tempos atrás sugerindo procedimentos para solucionar esse problema (clique aqui para ver), e gostaria de saber se esse passo a passo tem realmente auxiliado e solucionado o dilema.

Se você conseguiu restabelecer o funcionamento do Ares com as sugestões do blog e quiser postar um comentário, fique a vontade. Se os procedimentos sugeridos não surtiram efeito, comente e poderemos pesquisar outras maneiras de restabelecer o funcionamento do programa...
Há uma história muito interessante, chamada "O Tesouro de Bresa", onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro.

Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro. Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar.

Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro.

É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum - na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.

O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas.

Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar.

Entenda:
O processo de melhoria não deve acabar nunca. A acomodação é o maior inimigo do sucesso!!!
Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem.

A pergunta importante não é "quanto vou ter?",
mas sim , "no que vou me transformar?" Não é "quanto vou ganhar?", mas sim "quanto vou aprender?".

Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.

O porteiro do meu prédio vem logo a minha mente. É porteiro desde que o conheço. Passa oito horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.

Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa.

Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro. É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, os astros, os atletas. Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.

Como diz Jim Rohn, no que ele chama do Grande Axioma da Vida:
"Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje".
Esse deveria ser o foco da sua atenção.

Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos e repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de “Kaizen"), em diversas áreas da sua vida, sem parar. Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente e/ou superficialmente pareça que não está melhorando.


Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma: “o de não mudar”. Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve. “Fazer as coisas certas e não certas coisas.”


Achei esse texto muito legal, é chamado de “Grande Axioma da Vida” e eu desconheço autor. Se alguém souber e quiser comentar, colocarei os devidos créditos....

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Aqui está uma seleção de fotos que ilustram o extremo grau de riqueza e pobreza que dividem pessoas em diferentes partes do mundo.

1. Favela Paraisópolis, Morumbi, São Paulo.


Veja que o tamanho das quadras de tênis, é maior do que as casas à esquerda. A favela da foto é chamado Paraisópolis, que curiosamente traduz como "cidade paraíso"


2. Caracas, Venezuela
Caracas é a capital da Venezuela - os barracos à esquerda são chamados ranchos e a maioria das encostas na área é habitada pelos mais pobres da população...
que é uma gritante faixa de 80% de toda a população de Caracas.

3. Dharavi, Mumbai
Dharavi é uma das maiores favelas do mundo, lar de mais de 1 milhão de pessoas.
Devido à localização da favela, a área ocupada é bastante valorizada e o governo tem planos para transformá-la em um centro comercial num futuro próximo.
Estive ontem em Santa Cruz do Sul e aproveitei para tirar umas fotos da cidade, na verdade mais da praça e da catedral São João Batista. O município de Santa Cruz do Sul tem 121 mil habitantes, fica a 68 Km de Lajeado e 150 de Porto Alegre no centro do RS.


A catedral impressiona pelo porte e pelo estilo neo-gótico. É um dos maiores templos da América do Sul nesse estilo. Suas dimensões são: 80 metros de comprimento, 38 metros de largura, 26 metros de altura na nave central e suas torres alcançam 82 metros.

A construção começou em 1º de fevereiro de 1928 sob a orientação de Simão Gramlich, autor do projeto e em 2 de agosto de 1936 a igreja foi entregue ao culto público, mas o acabamento da obra só ocorreu em 1977 com a construção de duas torres maiores e 66 menores. Vale a pena visitar.

As ruas centrais são bem arborizadas e muito limpas....em virtude do feriado tava bem calmo o trânsito, deu até pra tirar fotos do meio da rua.

A praça em frente à catedral é um museu a céu aberto...com muitas obras de arte


Na praça tem também um chafariz (que funciona) e na piscina, peixes....de várias espécies.


O visual da cidade reflete a cultura de um povo. Santa Cruz do Sul tem as ruas limpas, praças bem cuidadas, não há pichações e percebi que os motoristas respeitam faixas de segurança. Isso tudo é sinal da pujança do município que tem uma renda percapita e um PIB percapita bem acima da média nacional e proporciona aos moradores uma excelente qualidade de vida.
Leia sobre Santa Cruz do Sul na Wikipedia
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