sábado, 14 de maio de 2011

Sempre que surge um programa de compartilhamento de arquivos pela internet, ele é massacrado pela RIAA, que é uma associação das gravadoras dos EUA. Foi assim com o NAPSTER e agora com o LimeWire.

Foi feito um acordo nos tribunais e a empresa concordou em pagar uma indenização de U$ 105 milhões de dólares à RIAA, encerrando assim, o processo judicial e acabou culminando no fechamento da empresa proprietária do LimeWire em novembro do ano passado.

A RIAA tem uma extensa lista de processos contra usuários comuns que baixam músicas da internet, investigando os IP's dos micros pessoais.

Não estaria a RIAA invadindo a privacidade das pessoas, contratando empresas de investigação para descobrir acessos dos usuários da grande rede?

Foi isso que entendeu Brittany Kruger, uma estudante que mora na Carolina do Norte nos Estados Unidos. Ela está processando a RIAA pela investigação sem autorização judicial, invasão de sua privacidade e também por abuso de poder econômico. E lá nos States isso é coisa séria mesmo... E tem tudo pra ganhar.

A indústria fonográfica mundial prefere morrer com os dinossauros. Sugam os artistas, exploram na venda dos CD's e rejeitam qualquer novidade na difusão da música.

Se fosse por eles, as gravadoras, estaríamos ainda comprando fita cassete.
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