sexta-feira, 1 de julho de 2011

Quem achou que Nazareth era só músicas melosas do tipo Love Hurts e Where are you Now, vê esse petardo!! Ao vivo em Houston (USA) em 1981.


Selecionei 18 imagens pra você que tem mais de 30 anos...

Relógio Champion que trocava a pulseira
O famoso Kichute

O Fiat 147

Esquadrão Classe A

Playmobil

Quem já não quis ter um "Passatão" na garagem?


O "mágico" McGuiver

Miami Vice


Águia de Fogo - 1984

Corrida Maluca



Os Jetsons - Série criada em 1962 nos estúdios Hanna-Barbera e mostrava nos desenhos como seria a vida de uma família lááá nos anos 2000.. a empregada era um robô e uma pílula podia ser o almoço ou a janta ou um delicioso cheese-burger... passou nos anos 70 e 80 nas terras tupiniquins....


Os Caça-Fantasmas


Ferrorama


Space Ghost - Criado em 1966, passou no Brasil nos anos 70 e começo dos 80...


Batman e Robin -Seriado da tv


Filme Flashdance

Super Mouse

E aí? Lembrou de alguma cena da sua infância?

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Postagens do tipo "Antes e Depois" borbulham nos blogs por aí, mas essa seleção de fotos é bem legal....Vejam como algumas celebridades mudaram com tempo......


Kristen Stewart
Winona Rider
Marilyn Manson
Christina Aguilera
Elvis
Johnny Depp
Megan Fox
Brad Pitt
George Clooney
Hugh Laurie
Nicolas Cage
Bruce Willis
Jean Claude Van Damme
Lindsey Lohan
e pra terminar a gatíssima Charlize Theron

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sabe aqueles filmes onde a música complementa a cena e torna o filme grandioso? Pois um dos responsáveis por essa mágica de associar (e acertar) a trilha sonora com a imagem é Hans Zimmer.
Hans Florian Zimmer, nasceu dia 12 de Setembro de 1957, em Frankfurt na Alemanha, ele é mundialmente por seus trabalhos com Temas de filmes.




Zimmer iniciou sua carreira musical tocando teclados e sintetizadores, entre outros instrumentos, com as bandas 'Ultravox' e 'The Buggles' ("Video Killed the Radio Star"). Nos anos 80, começou a compor e produzir trilhas sonoras para filmes. Seu primeiro grande sucesso veio em 1988 com o tema de Rain Man, pelo qual foi indicado ao Oscar. Desde então, tem composto música para muitos filmes como O Último Samurai, Gladiador, Falcão Negro em Perigo, Hannibal, O Código Da Vinci, Pearl Harbor e Missão Impossível 2.

Zimmer também compôs parte da trilha sonora da série Piratas do Caribe, trabalho que define muito bem o estilo do compositor. Recentemente, compôs a trilha sonora de The Dark Knight junto com James Newton Howard. Também contribuiu nos arranjos do álbum de Tarja Turunen, My Winter Storm.

Em 2008 ele compôs um filme animação da DreamWorks Kung Fu Panda junto com John Powell. Ainda em 2008, Hans compôs para mais um filme de animação da DreamWorks Animation, Madagascar: Escape 2 Africa, junto com will.i.am.

E em 2009, compôs a trilha sonora de Anjos e Demônios e do jogo Call of Duty: Modern Warfare 2, considerado o maior sucesso da indústria dos jogos e um dos maiores sucessos da indústria do entretenimento. Também 2009 compôs a trilha sonora de Sherlock Holmes, com a qual foi indicado ao Oscar, porém perdeu para o filme Up: Altas Aventuras.

Em 2010 fez a trilha de A Origem, continuando sua colaboração com o diretor Christopher Nolan, além de ter participado também da composição da trilha sonora da mini série The Pacific. Um dos trabalhos notáveis de Zimmer foi em seu trabalho em "The Dark Knight" - o último (2008) filme do Batman.

Em 1995 foi premiado com o Oscar de melhor Trilha Sonora Original com a longa-metragem O Rei Leão que transporta o ouvinte para o mundo africano. O alemão foi indicado ao Oscar pelas trilhas de Rain Man, Um Anjo em Minha Vida, Melhor Impossível, O Príncipe do Egito, Além da Linha Vermelha, Gladiador e Sherlock Holmes, Inception. Na disputa pelo Globo de Ouro foi indicado 7 vezes e levou o Globo 2 vezes (Rei Leão e Gladiador).

O estilo de Zimmer é caracterizado pelo uso predominante de sons metálicos, combinados com coro de vozes marcantes. A mistura de sintetizadores com fundo orquestrado e melodias simplistas, como as presentes nas trilhas de Pearl Harbor e Gladiador, são constantes em muitos de seus trabalhos.

Esse texto vi no blog Coisas do meu e-mail lá de Portugal... e pode ser aplicado aqui no Brasil em 100% sem medo de errar...


"Exmos. Senhores Administradores do BES

(Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras.)

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da vossa Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.
Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto do vosso negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no vosso Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.

Mas os senhores são insaciáveis.
A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de vosso banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a vossa responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o vosso negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vais acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma."

Por tudo isso, faz três anos que não uso mais talão de cheque, não tenho cartão de crédito e nem quero, pago minhas contas em dinheiro e sou muito mais tranquilo e bem mais feliz....
Pra quem deseja dar uma pintura especial no carango, o Blog Coizaradas dá vinte sugestões de pinturas personalizadas. Algumas bem radicais e outras bem comportadas. Escolha aquela que faz mais seu estilo....



















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