terça-feira, 6 de novembro de 2012

Aqui no Vale do Taquari, no RS foi feriado também na quarta-feira dia 31 de outubro.  Nesse dia é comemorada a Reforma Luterana, um feriado religioso ainda remanescente da colonização alemã do vale.  Aproveitamos para uma esticada até Capão da Canoa, que dá uns 240 kms de Lajeado.

O que me preocupava é que na região metropolitana de Porto Alegre não era feriado e o trânsito na BR116 nesse horário que saímos é coisa de maluco. Mas até que tivemos sorte no final...

O tempo não ajudou muito nas fotos...na foto abaixo o parque eólico na cidade de Osório no final da Freeway.

Gaúcho que se preza toma chimarrão na praia a 40°C.

Da sacada do apartamento, um desfile de Audi's BMW's, Porsches e Mercedes...
 A vantagem de chegar em plena quarta-feira, dia normal de trabalho é a tranquilidade...

 O Rio Grande do Sul nem de longe tem as praias mais bonitas do Brasil, perde feio para o nordeste e Santa Catarina, mas certamente são as mais limpas. Foi o Fantástico que fez a pesquisa e quem conhece confirma.



Atravessando o parquinho, chegamos à orla...



 Pena que o que um feriado dura pouco, ainda mais quando se está muito bem acompanhado.

Comentário:
 Marisa disse...
Ahhh, Capão da Canoa, meu primeiro mar, primeiros 'jacatés,' primeiras planondas, primeiro boliche, o Meu Pontinho (ainda existe? ), o chalé perto do mínimo-golfe, na Sepé ( soube que agora é pátio de edifício) , o apê na Guaraci, tão pertinho do mar, do centro, o Baronda. Décadas de verões, de fins de semana de todas as estações, carro cheio, com filhos, amigos dos filhos, rancho, livros, som, tevê, cachorro. Capão, rota de fuga quando o estresse pegava. Agora, tão longe, ver fotos da Capão atual, mesmo tão modificada, a nostalgia bate forte. Será que ainda pisarei em suas areias, caminhando até Araçá ou à plataforma de Atlântida?Obrigada pela postagem. Resgataste pedaços bons de saudade.
Marisa, depois desse comentário saudosista tive que atualizar a postagem e publicar outras fotos que ficaram de fora na postagem original. 
E ir à praia é um grande paradoxo. A princípio vamos para descansar e descansamos carregando pedras, com malas, almoço improvisado, carregar cadeiras pra cá e prá lá, nos lambuzamos com protetor solar fator 80 (como eu detesto usar protetor...) carro cheio de tralhas, caminhamos muito mais do que em casa, quando não estamos em férias. Tentamos caminhar até Araçá... é muito longe!! Aquele hotel que usamos de referência, por mais que caminhássemos, nunca chegava...daí tem que levar junto um lanche, água, protetor..??!! 
E também não gosto de sentar á beira mar no sol, tomando aquele solaço na cara. Odeio, odeio, odeio... Eu quero ficar num bar tomando umas geladas... pra isso eu saio de férias.
Olha as outras fotos aí...
Essa é de Canoas ..

Pouco antes da rótula para a Freeway...

O min-golf é atrás da casinha verde, que aparece escondida entre as árvores...

A pracinha da igreja no centro

 As casas e antigas pousadas e hotéis á beira-mar sufocados pelos edifícios

 O Baronda não existe mais, é apenas um ponto de referência na praia..

A rua Andira...perpendicular á Av. Paraguassu...

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2 comentários:

Marisa disse...

Ahhh, Capão da Canoa, meu primeiro mar, primeiros 'jacatés,' primeiras planondas, primeiro boliche, o Meu Pontinho (ainda existe? ), o chalé perto do mínimo-golfe, na Sepé ( soube que agora é pátio de edifício) , o apê na Guaraci, tão pertinho do mar, do centro, o Baronda. Décadas de verões, de fins de semana de todas as estações, carro cheio, com filhos, amigos dos filhos, rancho, livros, som, tevê, cachorro. Capão, rota de fuga quando o estresse pegava. Agora, tão longe, ver fotos da Capão atual, mesmo tão modificada, a nostalgia bate forte. Será que ainda pisarei em suas areias, caminhando até Araçá ou à plataforma de Atlântida?Obrigada pela postagem. Resgataste pedaços bons de saudade.

Marisa disse...

Pô, muitooo obrigada pelas novas fotos. A pracinha frente à igreja continua igual. Aquele pequeno edifício, horizontal, frente a alto prédio, é onde a família da eterna miss Universo, Yeda Maria Vargas, tinha um apartamento. Perto dali, ficava a casa de João Goulart e de Brizola. Querem, tu e tua bela, descansar e curtir Capão? Peguem o carro, num fim de semana, que se antecipa bonito, no outono, inverno ou primavera. Garanto que caminharão até Araçá. É exato um quilômetro, desde a Guaraci, duas quadras antes do centrão. E a cervejinha com peixinho frito, depois, terão outro sabor. Capão é para desfrutar fora da temporada e de feriadões.

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