sábado, 10 de novembro de 2012

Todas as manhãs antes de ir trabalhar eu vejo as notícias locais de depois uma parte do programa Bom Dia Brasil da Globo e é estarrecedor o que se viu essa semana. É uma guerra civil sem fim, traficantes contra a polícia, mortes, tiroteios, assassinatos... Assim é melhor morar no Líbano ou no Iraque.

Desde que inventaram o tal "crime de baixo potencial ofensivo" e que marginal é "uma vítima da sociedade" coitadinho.. Deu nisso e tudo piorou muito.  

Ministra Maria do Rosário dos direitos humanos: Onde está você? 
Já visitaste alguma família de um policial morto nessa guerra?
E não se vê perspectivas de mudança. Não nessa, talvez numa futura geração possa  mudar esse cenário desolador: Não sou eu que vou dar a solução, óbvio, mas na minha opinião:
- Crianças devem ficar na escola em turno integral, tendo cursos e aprendendo uma profissão no período oposto ao colégio;
- Extinguir auxílios do governo (bolsa-esmolas) para famílias que não mantiverem seus filhos na escola; 
- Melhorar os salários, aparelhar as polícias e cadeia para  policiais corruptos;
- Tolerância zero para pequenos crimes praticados por adolescentes;
- Atualizar o Código Penal e diminuir a maioridade penal para 16 anos;
- Criar presídios privados, onde os presos trabalharão para se manter e manter suas famílias;
- Construir novos presídios que tenham condições de manter a pessoa em local digno;
- Levar cursos profissionalizantes para presos de bom comportamento;
- Extinguir Auxílio Detenção, até porque o preso vai trabalhar pra se manter;


 Poderia virar lei: 25% dos recursos do Pré-sal para a educação: e daqui a vinte anos o Brasil seria outro país. Eu sonho em morar num país com as casa sem telas, grades e arame farpado com cerca elétrica e invejo as pessoas que moram....

1 comentários:

Marisa disse...

Assino junto a postagem.Quanto ao desenho das casinhas, nossa casa sofreu as transformações anti-violência, não em uma década. Em uma semana, pela invasão de meliantes.Alarmes potentes, com sons de carros da polícia, bombeiros, Samu, sirene de fábrica. Só faltaram meus gritos. Sensores externos, busca de mais dois cachorros, para ter uma matilha, alarme no motor home, placas da empresa de segurança ao redor do terreno, nas cercas. Não é mais uma casa. É um presídio de segurança máxima. A única solução é o processo educativo, como colocaste. Quando? Até lá, se não houver mudanças, viveremos em bunkers.

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