quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

O artista Jason Ratllif criou uma série de desenhos entitulados "Sombras que caminham" representando toda a imaginação das crianças quando se vestem com uma simples capa e imaginam terem poderes de super-heróis.

Ele mesmo diz em seu site:

"Alguns anos atrás, eu comecei uma série ilustração intitulada "Sombras que caminham." Essa série recebeu uma grande atenção e parecia conectar com as pessoas em um nível muito pessoal. 

A peça foi intitulado "Hero" e mostrava um menino com a sombra de um super-herói. A imagem não é necessariamente sobre um super-herói. É sobre a imaginação e potencial de uma criança. É sobre como uma criança pode ser qualquer coisa que ela quer ser. A sombra com a capa apenas ajuda representar essas aspirações. Eles se vêem como o herói  que um dia gostariam de ser"


"A few years back, I started an illustration series titled “Walking Shadows.” It received a fair amount of attention and seemed to connect with people on a very personal level. One entry resonated with viewers more than any other in the series.

The piece was titled “Hero” and depicted a young boy with the shadow of a superhero. The image isn’t necessarily about the superhero. It’s about a child’s imagination and potential. It’s about how a kid can be anything they want to be. The guy in the cape just helps represent those aspirations. The hero they see themselves as, or one day being. Whatever kind or hero that may be.
This new series titled “Super Shadows” picks up where that first piece left off."
Jason Ratllif













Mais informações aqui: www.jason-ratliff.com
Zezinho


Por causa de sua estupidez e burrice, sua professora estava sempre gritando com ele:
- Você me deixa louca, Zezinho! Você é muito burro... Você não tem jeito!

Um dia a mãe do Zezinho foi até a escola, para verificar como seu filho estava indo.

A professora disse para a mãe que seu filho era um desastre, só tirava notas baixas e que ela nunca tinha visto um menino tão estúpido em toda sua vida.

A mãe ficou tão chocada com a conversa que tirou seu filho da escola e mudou-se do Nordeste para São Paulo. 25 anos depois, esta professora foi diagnosticada com uma grave enfermidade no coração quase incurável.

Todos os médicos de sua região disseram que ela precisava de uma cirurgia, mas que este tipo de operação somente um médico em São Paulo era capaz de fazer.

A professora decidiu tentar, e foi para São Paulo se submeter à operação. Quando ela abriu os olhos voltando da cirurgia ela viu um belo e jovem doutor a sua frente sorrindo para ela.

Ela quis agradecer, mas não conseguiu falar. Sua face se tornou azul, ela levantou sua mão, tentou gritar sem conseguir e morreu. O Doutor ficou chocado tentando entender o que aconteceu de errado.

Então olhou para o lado e viu que o faxineiro Zezinho, que trabalhava no hospital, desligou o equipamentos de respiração da tomada, para ligar o aspirador de pó

SE VOCÊ PENSOU QUE O ZEZINHO TINHA SE TORNADO UM CIRURGIÃO
CARDIO-VASCULAR, HÁ GRANDES CHANCES DE VOCÊ TER VOTADO NO PT NAS
ÚLTIMAS ELEIÇÕES.
 "Ao longo do rio durante o Festival Qingming"


A China tem uma longa tradição em esculturas de madeira. Há séculos, seus mestres do cinzel vêm transformando pedaços de madeira bruta em obras de arte inspiradoras, mas nenhuma tão impressionante como a criação alucinante de Zheng Chunhui. Este talentoso artista chinês passou os últimos quatro anos esculpindo uma réplica detalhada da famosa pintura tradicional chinesa chamada "Ao longo do rio durante o Festival Qingming", num tronco de árvore de pouco mais de 12 metros de comprimento.



A beleza do seu trabalho simplesmente não pode ser expressa em palavras. Como é possível imaginar, Zheng Chunhui precisou de uma montanha de paciência para completar a sua obra-prima, que exibe barcos, pontes, edifícios e mais de 550 pessoas esculpidas.


Além da admiração de todos quando viram a escultura de perto no Museu do Palácio de Beijing, o artista chinês também foi homenageado pelo Guinness Book com o novo recorde mundial para a mais longa escultura em madeira, que mede 12,286 metros de comprimento, 3,075 metros de altura e 2,401 m de largura.


A verdade é que quando ouvimos falar em "obra-prima", pensamos logo em algum famoso quadro ou escultura do século 15 ou 16, como a "Mona Lisa" ou "A Pietà". Por isso, é sempre bom saber que muitas obras de arte estão sendo criadas atualmente.

A pintura panorâmica de Zhang tem quase 1.000 anos de idade e é conhecida como "Mona Lisa Chinesa", com os seus 5,3 metros, celebrando o espírito festivo e retratando a vida de ricos e pobres durante o Festival Qingming. Ao longo dos tempos, outros artistas chineses já reinterpretaram este trabalho com elementos culturais de suas épocas, mas nenhum tão fantástico quanto Zheng.




Waldo Luís Viana*

Tenho nojo
De ver meu país solapado por bandidos em todos os quadrantes, tranquilamente ciosos de que ficarão impunes;
Tenho nojo
Em abrir os jornais, ouvir rádio e ver televisão todos os dias e perceber a mídia valorizando a ação de criminosos, estupradores, serial killers, agiotas, traficantes e milicianos – todos irmanados proficientemente em emprestar a “audiência da desgraça” a esses veículos;
Tenho nojo
Desses políticos que resolvem visitar os sítios de enchentes e tragédias, trajando seus sapatos italianos e ternos franceses, desembarcando de helicópteros e prometendo verbas, mundos e fundos que jamais chegarão de fato aos desabrigados;
Tenho nojo
De nossa “presidenta”, ex-guerrilheira, lamentando farisaicamente a morte de inocentes em delitos terroristas, quando no passado os tramava, condenando outros inocentes e planejando tocaias, assaltos a bancos e a cofres privados de políticos;
Tenho nojo
Do antecessor da “presidenta”, um dos homens analfabetos mais venais e sem caráter desse país e das elites que o financiaram e que impedem a polícia de prendê-lo e pagar por seus crimes;


Tenho nojo
Do partido que está no governo, que só intenciona permanecer no poder, e a qualquer custo, manobrando o Erário, aparelhando as estatais e permitindo a pior onda de corrupção jamais vista nesse país;
Tenho nojo
De nossos empreiteiros, dinâmicos em aditivos, superfaturamentos e em bancar por propinas ocultas toda a máquina de corrupção que infesta a nossa miserável política;
Tenho nojo
Da maioria expressiva de nossos deputados, fiéis canalhas e vendedores de virtudes públicas, que só desejam fazer caixinha para as próximas eleições, roubando pra se eleger e se elegendo pra roubar;
Tenho nojo
Do chamado poder Judiciário, tão lento para fazer justiça aos pobres e lépido e compreensivo para julgar os ricos, permitindo toda a sorte de recursos e chicanas. Os togados adoram prender pretos, pobres e prostitutas, trabalhando em seus ricos palácios e conseguindo dormir sem culpa;
Tenho nojo
Desses pastores televisivos, travestidos de arautos de Deus e Jesus, ofendendo a fé pública, roubando os pobres através de dízimos e ofertas, além de oferecer a salvação a todos que acreditem que eles podem expulsar demônios. No entanto, eles são bastante coniventes e conformados com os demônios que mandam aqui, porque lhes dão benesses e concessões de TV e rádio em troca de votos;
Tenho nojo
Dos slogans mentirosos, lançados pelo governo, sugerindo a salvação da Pátria pela educação e saúde, quando sabemos que são ramos deficientes e vergonhosos de nossa Nação, desespero de seus habitantes e motivo de chacota pelas nações realmente desenvolvidas;
Tenho nojo

DOS MILITARES DA ATIVA, QUE DIZEM QUE AMAM O BRASIL ACIMA DE TUDO, MAS FICAM CALADINHOS E SILENCIOSOS, AGUENTANDO TODOS OS ESTUPROS DE GESTÃO NO PAÍS E EM SUAS RESPECTIVAS ARMAS, ESPERANDO IR PARA A RESERVA E AÍ, ENTÃO, GARANTIDOS NAS APOSENTADORIAS, VER DEVOLVIDOS OS PRÓPRIOS CÉREBROS E CONVENCER OS POBRES CIVIS DE QUE DETÊM ALGUMA OPINIÃO E “ACENDRADO” PATRIOTISMO;

Tenho nojo
De ver uma população conformada, a cada assassinato torpe, exigindo justiça para sair em telejornais, e aceitando todas as sevícias sem dar um pio, sempre esperando que surja um otário qualquer à frente de alguma revolta para oferecer o próprio pescoço e aguardando, como ovelhas, o próximo escândalo;
Tenho nojo
De ver o povo maltrapilha e tutelado, acreditando que é o bolsa-família a salvação de seus males e que qualquer coisa diferente do partido que está no governo lhes tomará de fato o pobre benefício;
Tenho nojo
De ser obrigado a ouvir, durante a semana, o pavoroso programa “A Hora do Brasil”, serviço chapa-branca do governo, ocupado em desfilar os feitos de ficção em que só os imbecis acreditam;
Tenho nojo
Dos jornalistas e artistas que se vendem em troca de dinheiro, distorcendo a realidade e se calando diante dos desmandos que desfilam sob seus olhos, em troca de viagens a Paris e moradia em prédios de luxo;
Tenho nojo
De nossos médicos burgueses, que só querem viver em centros urbanos e obter ganhos de clientes abonados e que permitem que o país seja invadido por escórias estrangeiras de falsos médicos;
Tenho nojo
De nossos advogados dinheiristas, que se especializam em defender delinquentes poderosos, em troca de polpudos honorários, porque na verdade não acreditam na Justiça, considerando-a apenas um objeto de lucro relativo;
Tenho nojo
Dos carcereiros de nossas penitenciárias que libertam os apenados nos fins de semana, desde que estes lhes tragam dinheiro e sustentem por fora uma cota extra;
Tenho nojo
Dos policiais que recebem propinas nos mais variados negócios escusos e que matam o pobre povo desvalido, registrando autos de resistência, na certeza de que escaparão ilesos e sem nenhum problema com as suas corregedorias;
Tenho nojo
Dos eleitores que aceitam dentaduras, pares de sapato e outros benefícios passageiros, vendendo o seu voto e o futuro de seus filhos. Essa escória, a propósito, adora corrupção, admira os políticos ladrões, lamentando não poder roubar com a mesma eficiência. A propósito, a corrupção está no DNA do brasileiro: quanto mais ladrão, mais querido;
Tenho nojo
Das mulheres que falam em eliminar agressões masculinas, reivindicam direitos e princípios feministas e aceitam de bom grado que suas companheiras vendam o corpo para utilização comercial e sonhem com casamentos milionários em troca da própria prostituição;
Tenho nojo
Dos homossexuais que pretendem que os heterossexuais não tenham direitos equivalentes e que no fundo desejam que todos adiram às suas práticas sodomitas;
Tenho nojo
De apresentadoras de programas infantis, que convidam crianças a se tornarem adultas antes do tempo e copiem a sensualidade dos adultos, destruindo a infância e o crescimento sadio de meninos e meninas;
Tenho nojo
Dos que alardeiam que roubam porque antes os outros fizeram o mesmo, como se um erro justificasse outro...
E, finalmente, tenho nojo de saber que esse país não tem conserto e que tudo vai ficar assim mesmo, sempre esperando a próxima atração.

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*Waldo Luís Viana é escritor, economista e poeta, pedindo desculpas por ir à farmácia comprar um plasil...
Coisas 100% autênticas, SQN!

These things are totally authentic right?


















terça-feira, 1 de dezembro de 2015



Quando os EUA nasceram, no final do séc. XVIII, havia uma grave crise com os muçulmanos do norte da África. Eram povos oficialmente muçulmanos, que viviam sob as leis do Corão.


- Estes islâmicos atacavam os navios que passavam pelo Mediterrâneo, incluindo americanos, sequestrando, escravizando e matando ocupantes, além de saquear a carga. Os navios americanos eram normalmente protegidos pela marinha inglesa antes da independência mas depois de 1776 era cada um por si.

- Os piratas muçulmanos cobravam fortunas como resgate dos reféns e os preços sempre subiam a cada sequestro bem sucedido. Thomas Jefferson se opôs veementemente aos pagamentos mas foi voto vencido, os EUA e as outras nações com navios sequestrados estavam aceitando pagar os resgates e subornar os piratas. O presidente americano era George Washington.

- Por volta de 1783, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e John Adams vão para a Europa como embaixadores para negociar tratados de paz e cooperação. Os EUA nasceram em 1776 e estavam mergulhados até então na Guerra de Independência. Assim que a situação acalmou, essas três figuras icônicas saem em missão diplomática para representar o país.

- Em 1786, depois de dois anos de conversas diplomáticas com os islâmicos, Thomas Jefferson e John Adams encontraram com o embaixador dos povos que ficavam na região de Trípoli, na atual Líbia, chamado Sidi Haji Abdul Rahman Adja. Jefferson estava incomodado por conta dos ataques que não acabavam mesmo com todos os esforços de paz e quis saber com que direito os muçulmanos sequestravam e matavam americanos daquele jeito.

- A resposta que ouviu marcou Jefferson para sempre: "o islã foi fundado nas Leis do Profeta, que estão escritas no Corão, e diz que todas as nações que não aceitarem a sua autoridade são pecadoras, que é direito e dever declarar guerra contra seus cidadãos onde puderem ser encontrados e fazer deles escravos e que todo muçulmano que for morto na batalha irá com certeza para o Paraíso." Jefferson ficou chocado, ele não queria acreditar que uma religião literalmente mandava matar todos os infiéis e que quem morresse na batalha iria para o paraíso.

- Durante 15 anos, o governo americano pagou os subornos para poder passar com seus navios na região. Foram milhões de dólares, uma quantia que representava 16% de todo orçamento do governo federal. O primeiro presidente do país, George Washington, não queria ter forças armadas permanentes por não ver riscos de ataques ao país, mas os muçulmanos mudaram esta idéia. Os subornos serviriam para evitar a necessidade de ter forças militares mas não estavam funcionando porque os ataques continuavam. Quando John Adams assume, o segundo presidente, as despesas sobem para 20% do orçamento federal.

- Em 1801, Jefferson se torna o terceiro presidente americano e, mal tinha esquentado a cadeira, recebe uma carta dos piratas aumentando o butim. Ele fica louco e, agora como presidente, diz que não vai pagar nada.

- Com a recusa de Jefferson, os muçulmanos de Trípoli tomaram conta da embaixada americana e declararam guerra aos EUA. Foi a primeira guerra da América após a independência, a marinha americana foi criada exatamente para esse conflito. As regiões das atuais Tunísia, Marrocos e Argélia se juntaram aos líbios na guerra, o que representava praticamente todo norte da África com exceção do Egito.

- Jefferson não estava para brincadeira. Mandou seus navios para a região e o conflito durou até 1805, com vitória americana. O presidente americano ainda colocou tropas ocupando no norte da África para manter a situação sob controle.

Thomas Jefferson ficou realmente impressionado com o que aconteceu. Ele era contra guerras e escreveu pessoalmente as leis de liberdade e tolerância religiosa que estão na origem da Constituição americana, mas ele entendeu que o Islã é totalmente diferente, era uma religião imperialista, expansionista e violenta.

Jefferson mandou publicar o Corão em inglês em 1806, lançando a primeira edição americana. Ele queria que seu povo conhecesse o Corão e entendesse aquele pessoal do norte da África que roubava, saqueava e matava, cobrava resgates e que declarou guerra quando os pagamentos cessaram.

Durante 15 anos, um diplomata de Jefferson chegou a dizer, os americanos eram atacados porque não atacavam de volta e eram vistos como fracos. A fraqueza americana foi um convite para os muçulmanos daquela época como é para o ISIS hoje. Só houve paz na região quando Jefferson atacou e venceu a guerra, depois ocupando o território. Não tem mágica, é assim que se faz.

Barack Obama quer saber como os muçulmanos estão na história americana? Eles estão como os motivadores da primeira guerra, eles forçaram a criação das forças armadas que nem existiam e fazem parte até do hino dos marines que começa com "From the Hills of Montezuma / To the shores of Tripoli".
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