sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Estrelas do estande da Yamaha durante o Salão Duas Rodas 2015, as novas YZF-R1 e YZF-R1M foram desenvolvidas com base no conceito “High Tech Armed Pure Sport”, ou seja, modelos superesportivos equipados com as mais recentes tecnologias. Projetadas para serem as motos mais rápidas das pistas, os novos modelos permitem aos pilotos a experiência única de usufruir as mesmas tecnologias usadas na YZR-M1, modelo de competição da Yamaha no Campeonato MotoGP, pilotadas por Jorge Lorenzo e Valentino Rossi, que participou e colaborou ativamente no desenvolvimento das novas superesportivas da Yamaha.

Equipadas com um novo propulsor de 200 cavalos de potência, as YZF-R1 e YZF-R1M são as primeiras motocicletas a serem comercializadas com sensores de posicionamento de seis eixos, os quais detectam a velocidade angular em três eixos e as forças de aceleração em outros três eixos, proporcionando assim um alto nível de controle e performance, permitindo que o piloto dedique a sua total atenção à pilotagem.
Características de design das novas YZF-R1 e YZF-R1M também foram incorporadas da YZR-M1, seguindo o conceito Speed Racer, determina o novo DNA R-Series, identificado pelo conjunto compacto, unidade piloto-máquina e frente com faróis ocultos. A YZF-R1M também conta com controle eletrônico de suspensão, carenagem em fibra de carbono e interface digital que grava informações valiosas de sua performance em circuitos (telemetria).
Prova da sua herança das pistas, a nova YZF-R1M já estreou em grande estilo com vitória na tradicional prova de Endurance, as 8 Horas de Suzuka, que aconteceu dia 26 de julho, no Japão. A equipe oficial da Yamaha, formada pelos pilotos Katsuyuki Nakasuga, Pol Espargarò e Bradley Smith, cruzou a linha de chegada bem a frente de seus concorrentes.
A superesportiva traz tanque com capacidade para 17 litros e câmbio de seis velocidades com embreagem deslizante. O conjunto é assistido eletronicamente pelo sistema quickshift (QSS). A ajuda consiste em um sensor posicionado na alavanca de câmbio, que percebe quando o piloto está subindo as marchas e manda a informação para a ECU (unidade eletrônica de controle), dispensando o uso da embreagem e economizando preciosos segundos na pista.


As novas superesportivas da Yamaha irão agradar não só os amantes da velocidade, mas também aqueles motociclistas que querem desfrutar o máximo de performance, mas com total segurança, controle e alto nível de tecnologia embarcada.


A YZF-R1 na cor Racing Blue (Azul Metálico) chega ao Brasil em 2016 por R$ 125.990,00, já a YZF-R1M estará disponível na cor Liquid Metal (Prata) por R$ 169.990,00.
 


Confira abaixo as principais características dos modelos superesportivos da Yamaha:


1) Novo motor desenvolvido sobre o conceito “High Tech Armed Pure Sport”
O motor recentemente desenvolvido, um quatro cilindros em linha, quatro tempos, 997.96 cm³ de capacidade, arrefecimento líquido, com quatro válvulas por cilindro e virabrequim crossplane, incorporou um desenho que aumenta substancialmente o “volume do ar de admissão” e “reduz a perda de potência”. Este novo motor atinge a potência máxima de 200 cv, um aumento de aproximadamente 18 cv sobre a R1 2014. Os engenheiros da Yamaha adotaram diversas tecnologias de redução de peso em diversas peças do motor para deixá-lo cerca de 4 quilos mais leve. A largura do propulsor também foi diminuída em 34 mm.
 


2) Bielas de titânio “fraturadas” para reduzir peso e suportar altas rotações
As bielas de titânico “fraturadas” contribuem tanto para reduzir o peso como para diminuir a perda de potência. Construir bielas mais leves levou a uma redução do peso total do motor. Além disso, a produção pelo método “fraturado” assegura uma circularidade melhor na extremidade maior da biela, sendo capaz, portanto, de proporcionar um desempenho superior em altas faixas de rotação. A biela é feita em uma liga de titânio, que permite o equilíbrio perfeito entre baixo peso e alta resistência.

3) Rodas de magnésio forjadas para uma pilotagem superior

Extremamente leves, as rodas de magnésio contribuem para uma melhor perfomance na pilotagem. A produção em série de rodas de magnésio tem sido considerada muito difícil devido ao complexo molde de fundição necessário para o eixo, raios e o aro. Entretanto, a Yamaha Motor desenvolveu com sucesso uma tecnologia que permite a produção em grande escala.


4) Menos peso e melhor posição de pilotagem com o tanque de alumínio
A opção por fabricar o tanque com capacidade para 17 litros em alumínio foi feita para garantir menor peso e uma melhor posição de pilotagem. Utilizando um processo exclusivo da Yamaha, os ressaltos para o piloto encaixar os joelhos são prensados e acabados com tecnologia de última geração nos processos de soldagem e revestimento para garantir aderência aos joelhos do piloto e acabamento superior. Para a nova YZF-R1M cada tanque de alumínio é cuidadosamente lustrado a mão antes de receber o revestimento com uma pintura clara, que ressalta a textura única do alumínio.


5) Painel digital TFT LCD


Os dois modelos – R1 e R1M – utilizam mostradores desenvolvidos para funcionarem como uma interface entre o piloto e a máquina. As informações do painel estão reunidas em uma tela de 4,2 polegadas completamente transparente feita com TFT (Thin Film Transistor) LCDs, a mesma tecnologia empregada nas telas de smartphones. Toda a tela é digital, mas cria um tacômetro de barra, acelerômetro e pressão de freio etc que passa a impressão de ser um mostrador analógico. O piloto pode optar entre dois modos do painel: “Street”, desenhado para circular em vias públicas; e “Track”, que prioriza a exibição de informações importantes para pilotar em um circuito ou durante uma corrida.


6) Auxílio à pilotagem por meio de uma unidade IMU e sistemas de controle





Os dois modelos – R1 e R1M – são equipados com um sensor IMU (Inertial Measurement Unit, Unidade de medição inercial) e com cinco sistemas de controle para aumentar a segurança. O IMU conta com um sensor giroscópico, que detecta os movimentos rotacionais em três eixos: lateral (pitch), longitudinal (roll) e vertical (yaw), e um sensor de gravidade que detecta a velocidade “para frente e para trás”, “para cima e para baixo” e na direção “esquerda ou direita”. A informação sobre a posição do veículo calculada por esses dois sensores é enviada a ECU que por sua vez processa esses dados e fornece a resposta apropriada.




A ECU (Electronic Control Unit, unidade eletrônica de controle) é programada com os cinco tipos de sistemas de controle: (1) um novo controle de tração (TCS) que leva em consideração o ângulo de inclinação da moto; (2) um SCS (sistema de controle de derrapagem) que ajusta o nível de derrapagem lateral do pneu traseiro; (3) um LIF (controle de empinadas) que evita a perda de aderência da roda dianteira em acelerações mais bruscas; (4) um LCS (Launch Control System, sistema de controle de largada) que ajuda o piloto a arrancar com mais rapidez em uma corrida, por exemplo; e (5) um QSS (Quick Shift System) que auxilia a troca de marchas.


7) Modelo top de linha YZF-R1M

Suspensão Öhlins controlada eletronicamente e o sistema ERS (Electric Racing Suspension) são equipamentos de série na YZF-R1M para aprimorar ainda mais o desempenho do modelo em circuitos. A unidade de controle da suspensão (SCU) auxilia o piloto por meio de um ajuste da compressão/retorno e pré-carga da suspensão dianteira e traseira com base nas informações do sistema IMU. Adicionalmente, o modelo topo de linha traz características como carenagem superleve de fibra de carbono; a funcionalidade do registro de dados que grava as condições de pilotagem, e um pneu traseiro mais largo de 200 mm.




8) Unidade de controle de comunicação (CCU) – de série na YZF-R1M



A Unidade de Controle de Comunicação (CCU) é empregada para aumentar a interface através da simplificação dos ajustes e das verificações das informações do veículo. Composta por uma unidade CCU e uma antena de GPS, permite a gravação dos parâmetros de pilotagem por meio da funcionalidade de gravação de dados, e a medição automática do tempo de voltas no circuito utilizando um GPS. Também é possível criar dados de ajustes pré-definidos em smartphones e tablets via um aplicativo que pode ser baixado para qualquer aparelho com sistema Android.


9) Design que afirma o DNA R-series


Baseados no conceito “Speed Racer”, os novos modelos têm um visual compacto e estreito. Isso é conseguido primeiramente pela valorização das linhas horizontais e pela diminuição da área da superfície da carenagem dianteira. A nova carenagem conta com um desenho que permite o ar fluir por entre a carenagem interior e exterior aprimorando assim a aerodinâmica da nova R1. A dianteira dos novos modelos herda a configuração de dois faróis encontrados nas motos da série “R” com grande semelhança visual da YZR-M1, pilotada por Jorge Lorenzo e Valentino Rossi, na MotoGP. Isso graças ao design que oculta a existência de dois faróis e também pela posição central do duto de ar. A carenagem e a bolha mais alta em conjunto com o largo assento determina o novo DNA da R-Series, que incorpora a essência da YZR-M1.

Texto: Yamaha Motor Brasil
Fotos: Yamaha Motor Europa


Nome do Modelo: YZF-R1 

Peso e Dimensões
Comprimento Total: 2055 mm
Largura Total: 690 mm
Altura Total: 1150 mm
Altura do assento: 855 mm
Distância entre-eixos: 1405 mm
Altura Mínima do solo 130 mm
Peso líquido:* 199 kg
Raio mínimo de giro: 3300 mm

Motor
Refrigeração líquida, 4 Tempos, DOHC, 16 válvulas
Cilindros: 4
Cilindrada real: 997,96 cm3
Diâmetro X Curso: 79 × 50,9 mm
Taxa de Compressão: 13:1
Potência Máxima: 200 cv (13.500 rpm) 
Torque Máximo:  11,46 kgf.m / 11.500 rpm 
Sistema de partida:  Elétrica 
Sistema de Lubrificação:  Cárter Úmido 
Capacidade do Óleo do Motor:  3,9 L 
Tipo de Combustível:  Gasolina 

Capacidade do Tanque (reserva):  17 L (3 L) 
Tipo de alimentação:  Injeção Eletrônica 

Transmissão 
Transmissão Primária:  Engrenagens 
Transmissão Secundária:  Corrente 
Tipo de Embreagem:  Úmida, Multi-Disco 
Relação 6 velocidades
1ª Marcha:  2.600(39/15) 
2ª Marcha:  2.176(37/17) 
3ª Marcha:  1.842(35/19) 
4ª Marcha: 1.579(30/19) 
5ª Marcha:  1.381(29/21) 
6ª Marcha:  1.250(30/24) 

Chassis:  
Tipo: Diamante
Ângulo do Cáster:  24 ° ′ 
Curso:  102 mm 

Pneus e Freios
Pneu Dianteiro:  120/70 ZR 17M/C (58W) PIRELLI 
Pneu Traseiro:  190/55 ZR 17M/C (73W) (PIRELLI) 
Freios Dianteiro: Disco duplo hidráulico com sistema anti bloqueio
Diâmetro dos discos Dianteiros (externo) 320 mm
Traseiro:  Disco duplo hidráulico com sistema anti bloqueio 
Diâmetro do disco Traseiro:  220 mm 

Suspensão 
Dianteira:  Garfo telescópico invertido 
Curso da Roda 120 (suspensão) / 120 (roda) mm
Traseira Balança: Traseira tipo Monocross com Link 
Curso da Roda Traseira:  60 (suspensão) / 159,5 (roda) mm 

Elétrica
Sistema de Ignição TCI (Transistor controlled ignition)
Bateria 12 V 6 Ah

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