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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

 Buenas, minha opinião sobre a polêmica das PRF vistoriando as motos, muita gente apoiando a PRF e muita gente criticando a rigidez da fiscalização…


Motos modificadas, fiscalização e bom senso: até onde vai a liberdade de personalizar?

Personalizar uma motocicleta é uma escolha pessoal. Mas até que ponto essa liberdade pode interferir nas características originais do veículo e nas regras que todos os motociclistas precisam respeitar?

Antes de chegar às concessionárias, um modelo de motocicleta passa por processos de homologação e avaliação técnica, que envolvem requisitos de segurança, emissões de poluentes, ruído e outros aspectos regulamentares. Dependendo da exigência, órgãos como a Senatran e o Ibama, por meio do Promot, além de organismos responsáveis pela avaliação da conformidade, participam desse processo.

Em outras palavras, a motocicleta sai de fábrica com características técnicas definidas e dentro dos parâmetros exigidos para sua comercialização e circulação.

O problema começa quando alguns proprietários decidem modificar essas características sem considerar as consequências ou verificar se as alterações são permitidas pela legislação.

Espelhos retrovisores substituídos por modelos minúsculos, indicadores de direção tão pequenos que ficam difíceis de visualizar, remoção da rabeta original e reposicionamento da placa são algumas das modificações que podem ser encontradas nas ruas e estradas.

Em situações ainda mais preocupantes, há quem instale mecanismos para ocultar a placa, aparentemente com a intenção de escapar da fiscalização e trafegar em velocidades muito superiores às permitidas.

Convenhamos: uma coisa é personalizar a moto por uma questão estética. Outra, completamente diferente, é comprometer a visibilidade dos sinais, dificultar a identificação do veículo ou tentar burlar as regras de trânsito.

E quando o assunto é o escapamento?

Esse é um dos pontos que mais geram discussões entre motociclistas.

Há quem retire o catalisador, substitua o escapamento original por um modelo mais barulhento ou faça alterações que deixam o sistema de descarga praticamente livre. Para alguns, o ronco mais alto é sinônimo de personalidade. Para outros, é apenas ruído desnecessário.

Mas existe uma questão que vai além do gosto pessoal: o direito de uma pessoa modificar sua motocicleta não pode ser analisado isoladamente das normas de emissões, dos limites de ruído e dos requisitos aplicáveis ao veículo.

E vale uma observação: nem toda substituição de escapamento é necessariamente irregular. Existem componentes de reposição que podem atender às exigências legais. O problema está nas modificações que descumprem os requisitos aplicáveis.

Até mesmo um escapamento silencioso, mas não original, pode entrar nessa discussão. O fato de uma peça não ser original de fábrica, por si só, não significa que ela seja ilegal. É preciso avaliar a conformidade do componente e as regras pertinentes.

É chato andar a 80 km/h em uma estrada que parece pedir mais?

Sim, pode ser. Em determinados trechos, a sensação é de que seria possível trafegar com segurança a uma velocidade maior.

Mas a percepção individual do motociclista não substitui os limites estabelecidos para a via. Se o trecho tem velocidade máxima de 80 km/h, é esse limite que deve ser respeitado, salvo as condições e regras específicas aplicáveis.

É justamente a existência dessas normas que dá fundamento à fiscalização. A Polícia Rodoviária Federal, por exemplo, tem competência para fiscalizar as rodovias federais e agir diante das infrações previstas na legislação.

Podemos discutir se determinado limite é adequado, se a sinalização poderia ser melhor ou se a infraestrutura da estrada permite uma revisão. O que não podemos fazer é decidir, individualmente, que as regras deixaram de valer porque não concordamos com elas.

O Brasil é diferente dos Estados Unidos?

Em alguns aspectos, sim. As regras para modificações veiculares variam entre países e, nos Estados Unidos, também podem variar de acordo com o estado. Não existe uma liberdade irrestrita para modificar motocicletas por lá.

Ainda assim, é compreensível que alguns motociclistas brasileiros olhem para outros mercados e desejem mais liberdade para personalizar seus veículos.

O problema é transformar essa comparação em uma justificativa para ignorar as regras brasileiras. Cada país tem seu próprio conjunto de exigências, e qualquer discussão sobre flexibilização deveria considerar segurança, emissões, ruído e fiscalização.

Também não adianta generalizar e afirmar que todo brasileiro desrespeita as leis. Há motociclistas responsáveis e irresponsáveis em qualquer lugar do mundo. O comportamento de alguns não pode servir de medida para julgar todos os demais.

Quando alguns prejudicam a imagem de todos

É compreensível que modificações irregulares, excesso de velocidade, ruído excessivo e tentativas de ocultar placas chamem a atenção das autoridades. Essas condutas podem alimentar uma percepção negativa dos motociclistas, inclusive daqueles que mantêm seus veículos em conformidade com a legislação.

Mas a fiscalização também precisa fazer sua parte com equilíbrio e conhecimento técnico.

Um escapamento diferente do original não transforma automaticamente alguém em infrator. É necessário verificar o que foi alterado, quais requisitos se aplicam e se houve, de fato, uma irregularidade.

Fiscalizar não significa presumir que todo motociclista esteja errado. Significa identificar e coibir as infrações com base em critérios objetivos, sem confundir preferências pessoais com descumprimentos legais.

Afinal, quem utiliza a motocicleta para trabalhar, viajar ou simplesmente aproveitar a estrada não deveria ser colocado no mesmo grupo de quem deliberadamente tenta burlar a fiscalização.

Originalidade, responsabilidade e tranquilidade

Personalizar uma motocicleta pode ser uma forma de expressão pessoal. Não há nada de errado nisso, desde que as modificações respeitem os requisitos legais e não comprometam a segurança.

Por outro lado, insistir em alterações de legalidade duvidosa pode trazer consequências que vão muito além da estética: autuações, necessidade de regularização e, conforme a infração e as circunstâncias, retenção ou remoção do veículo.

No fim das contas, vale a pena refletir: será que uma mudança estética, um pouco mais de barulho ou um visual mais agressivo compensam o risco de enfrentar problemas com a fiscalização?

Às vezes, é melhor manter a motocicleta como saiu de fábrica, aproveitar a estrada e voltar para casa com ela do que terminar a viagem com a moto recolhida e precisar chamar um Uber.

Mas fica também um recado para quem fiscaliza: cumprir a lei é fundamental, e aplicá-la com bom senso é igualmente importante. Nem todo escapamento diferente é irregular, assim como nem todo motociclista é um desordeiro.

No trânsito, responsabilidade deve valer para todos — tanto para quem conduz quanto para quem fiscaliza.


quarta-feira, 27 de julho de 2022

Vem com a gente conhecer um pouco mais da serra gaúcha e também a passear de moto pelo Rio Grande do Sul

O Santuário de Caravaggio em Farroupilha e o Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves são os passeios desse video. Com certeza esses dois pontos turísticos são boas opções de passeio na serra gaúcha e não custam nada, além do tempo e da gasolina.

Vale muito a pena conhecer todas as belezas de Farroupilha e de Bento Gonçalves. Aproveite o passeio.


Para ver o vídeo, clique aqui: Canal Vamos de Moto



quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

No dia 17 de janeiro, finalzinho das férias, resolvemos passar o dia em Gramado. Saímos de Lajeado as 7:15 da manhã e às 10:15 estávamos no pórtico de entrada da cidade. São 175 Kms de estrada e na maior parte do caminho, a estrada está em ótimo estado.


Um casal do Rio Grande do Norte gentilmente se ofereceu para tirar uma foto nossa.. 
Logo depois retribuímos a gentileza.


Muitos turistas e muitos sotaques diferentes.


Gramado sempre surpreende pela limpeza, pelo cuidado com as ruas, com os canteiros de flores e pela arquitetura...






Flores e canteiros por todos os lados.



A ideia que em Gramado é tudo muito caro, não corresponde coma realidade. Tem boas opções de almoço e lanches, de compra de chocolates que são bem em conta, por isso é bom procurar na internet antes de viajar e criar um roteiro de viagem.

Nós não temos ( graças a Deus!) aquela sina ou obsessão por restaurantes modinha. Quando viajamos, almoçamos na beira da estrada, comemos um xis-burguer ou ate um sanduíche. Sem stress!

Abaixo o vídeo que fiz da viagem até Gramado que já foi publicado no meu canal de vídeos no Youtube chamado Vamos de Moto! Embora dessa vez, fomos de carro.. mas também tá valendo!

No vídeo tem mais detalhes e imagens do caminho que são muito legais. Tire um tempinho e assista o vídeo e se você não for inscrito no canal, inscreva-se. É de graça e sempre que eu publicar um vídeo novo, você será avisado(a). Grande abraço e fique à vontade para perguntar, comentar ou da sugestões.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

 Em duas fotos, nosso destino no carnaval.. em breve vídeo completo no meu canal de vídeos no Youtube.




Se você sabe onde fica esse lugar, escreva nos comentários.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

No domingo, dia 29 de outubro, fomos passear em Bento Gonçalves e ver uma exposição de carros antigos na rua. Tem Porsche, Ferrari, Mustang e muitos outros carros de babar. Fora a paisagem da serra que não cansa nunca...

Antes, um pouco da cidade...





Agora as beldades expostas pro público...


A Honda CBX 750 F


Lambrettas


Corvette Stingray

 /
Mais um Corvette




Mercedes-Benz

Porsche Carrera 911


Ford Mustang




Ferrari 308S






Simca Chamboard


Hora de ir embora...



Tchau pra todos!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

No dia 20 de setembro, semana passada ( foi feriado no RS ) resolvemos fazer um passeio de moto pela famosa rota turística de Bento Gonçalves aqui no RS, essa rota turística é bem diferente do Vale dos Vinhedos. Aqui é uma rota turística gastronômica onde tem uma vasta gama de comidas italianas e bebidas para provar e se deliciar ( e voltar com algum peso a mais)...

Filmei com minha câmera presa ao capacete e adivinha.. perdi quase 5 gigabytes de vídeo, como esfriou na serra a câmera embaçou e ficou praticamente uma nuvem na frente das imagens....

Aqui na postagem aproveito então as fotos que tirei com o celular e no final uma montagem dos vídeos que puderam ser salvos...

Essa é a casa da Ovelha, tudo mesmo que você puder imaginar de comidas a partir da carne de ovelha, fora souvenir e lembranças bem legais..




O interior tem cenas bem bucólicas e tranquilas que dá vontade de não voltar pra cidade..






Essa é uma casa tipicamente italiana da época da imigração, na parte inferior feito de pedra, eram guardados os vinhos em uma temperatura mais baixa e sob tábuas e pranchas no porão, os queijos pendurados para evitar roedores... os italianos começaram a chegar no RS em meados de 1875.



Pensei que fosse uma estrada patrocinada pela Adidas, mas não.... é um sonorizador.





Para terminar, uma foto no santuário de Caravággio em Farroupilha para descansar e se recuperar um pouco dos 120 quilômetros em cima da moto.

Veja aqui o vídeo que publiquei no meu canal de vídeos no youtube.

Clique aqui para ver o Vídeo do Caminho de Pedra publicado no meu canal de vídeos do Youtube.



Exatamente nesse lugar foi gravada uma cena da novela Tempo de Amar da Rede Globo

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