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terça-feira, 12 de julho de 2016

Você deve perguntar: Porque não? Eles são tão fofinhos...

Bem, as razões são muitas, mas em primeiro lugar essa mulher está correndo um sério risco de contrair graves doenças...e esse risco é  enorme.


Quando o cão se lambe, ele limpa a pele, os pelos e acaba comendo coliformes fecais, ou literalmente suas fezes... e as passa pelas lambidas...

Uma micose é uma das mais suaves alergias ou consequências das lambidas dos cães.

Essa foto vou deixar pequena porque é um tanto chocante...

Uma infecção MRSA. 
O Staphylococcus aureus resistente à meticilina, geralmente referido pelas siglas SARM ou MRSA (do inglês Methicillin-resistant Staphylococcus aureus) ou ORSA (do inglês Oxacillin-resistant Staphylococcus aureus), e também denominado, em inglês, Multiple-resistant Staphylococcus aureus, é uma bactéria que se tornou resistente a vários antibióticos - primeiramente à penicilina, em 1947, e, logo depois, à meticilina. As colónias mais comuns da S. aureus são no sistema respiratório e feridas abertas, cateteres intravenosos e sistema urinário.

As infecções SARM são normalmente assintomáticas em indivíduos saudáveis e em que podem durar desde algumas semanas a muitos anos. Pacientes com o sistema imunitário comprometido apresentam maior risco de sofrer infecção secundária sintomática (manifestação de sintomas da doença).

E como MRSA é potencialmente fatal. Então, se você quer ter uma vida saudável, não deixe o seu cão lamber você.

Capnocytophaga Canimorsus

É uma bactéria na flora comensal gengivais normais das espécies canina e felina. A transmissão pode ocorrer através de mordidas, lambidas, ou mesmo estreita proximidade com os animais. C. canimorsus geralmente tem baixa virulência em indivíduos saudáveis, mas tem sido observado que causa doença grave em pessoas com condições pré-existentes.

O tratamento com antibióticos é eficaz na maioria dos casos, mas a ferramenta de diagnóstico mais importante e ainda básica para os clínicos continua a ser a  ilnformação da exposição recente a caninos ou felinos.
Capnocytophaga Canimorsus é este aqui. Estamos supondo que você nunca vai olhar para cães lambendo os seres humanos do mesmo jeito, nunca mais...

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Você sabe o que esses dois cachorros tem em comum?


Resposta: Nada, além do fato de ambos serem cachorros!

Mas este é um animal doente, sujo e que vive nas ruas... Com certeza ninguém quer um bicho desses por perto!

Este é um cão que perambulava nas ruas de Resende em outubro de 2005. Enxotado por todos, rodeando um açougue, sob o olhar indiferente dos que passavam. Com aspecto repulsivo,
fedorento, com sarna. Também com sede e certamente, com muita fome.

Este cão anda sem rumo, não quer a proximidade de nenhum ser humano. Ele não responde a estímulos, também não atende se for chamado. Com mais ou menos sete quiilos de peso e de temperamento esconfiado e hostil.

Ao contrário, este cachorrinho da foto abaixo é amigável e tem saúde.

Farofa, responde quando é chamado. Gosta de brincar, adora o dono dele! Quando passa na rua as crianças. Vem fazer carinho porque ele é fofinho!

Tem 17 quilos de peso e de temperamento dócil e brincalhão.

Eles não tem mesmo nada em comum! Apesar de ser o mesmo cachorro em épocas diferentes.
Farofa foi recolhido na Rua em outubro de 2005.

Passou três meses sendo cuidado por Veterinários. Foi fotografado no dia 1 de junho de 2006, na nova casa. Ficamos surpresos e gratos aos que o apoiaram nesta difícil trajetória.


Especialmente, às pessoas que o adotaram quando ele ainda não estava visivelmente lindo como é hoje.
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