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terça-feira, 21 de julho de 2026

 Quando alguém me pergunta se eu ainda tenho meus LP's ou CD's de música, eu respondo: "- Não só tenho como ainda, compro alguns de vez em quando!"

Ter uma coleção de CDs e mídias físicas vai muito além da nostalgia. O formato oferece vantagens perceptíveis em comparação com o streaming digital.

Aqui estão os principais motivos pelos quais ainda vale a pena ter mídias físicas:
1. Qualidade de áudio superior
  • Sem compressão: O CD oferece áudio digital não compactado (formato WAV em 16-bit/44.1kHz).
  • Fidelidade sonora: O som é mais limpo, detalhado e encorpado que a maioria dos streamings.
  • Sem dependência de internet: A qualidade não cai se a sua conexão falhar.
2. Posse real da música
  • O álbum é seu: Arquivos digitais em streaming pertencem às plataformas, não a você.
  • Sem remoções: Músicas de streamings somem por disputas de direitos autorais. Seu CD nunca desaparecerá.
  • Sem assinaturas: Você paga uma única vez e o disco é seu para sempre.
3. Experiência tátil e ritual
  • Encarte: A leitura de letras, fichas técnicas e fotos exclusivas enriquece a audição.
  • Arte de capa: O design visual faz parte da obra de arte do artista.
  • Audição focada: Colocar um disco estimula você a ouvir o álbum do início ao fim, sem pular faixas.
4. Apoio direto aos artistas
  • Melhor remuneração: Comprar um CD gera mais lucro ao artista do que milhares de reproduções via streaming.
  • Valorização da cena: Fortalece bandas independentes que dependem da venda de mercadorias (merch).
5. Preservação histórica e colecionismo
  • Edições especiais: Versões raras, caixas (box sets) e bônus valorizam com o tempo.
  • Legado: A mídia física pode ser herdada, doada, emprestada ou revendida no mercado de usados.
Esses foram os últimos que comprei:

Machine Head – Deep Purple
  • Banda: Deep Purple
  • Lançamento: Março de 1972
  • Estilo: Hard Rock / Heavy Metal
  •  Considerado um dos pilares fundamentais do Heavy Metal, o álbum traz a clássica formação "Mark II" da banda no auge de sua criatividade. É a casa de hinos imortais do rock como "Highway Star" e a lendária "Smoke on the Water".

Led Zeppelin III – Led Zeppelin
  • Banda: Led Zeppelin
  • Lançamento: Outubro de 1970
  • Estilo: Hard Rock / Folk Rock
  • Este trabalho marcou uma importante transição na carreira do grupo. Embora ainda traga o peso avassalador do Hard Rock em faixas como "Immigrant Song", o álbum surpreendeu ao mergulhar fundo em arranjos acústicos e na música folclórica britânica.


Angel of Retribution – Judas Priest
  • Banda: Judas Priest
  • Lançamento: Fevereiro de 2005
  • Estilo: Heavy Metal Tradicional
  • Este álbum marcou o aguardado retorno do lendário vocalista Rob Halford à banda após mais de uma década de afastamento. O trabalho resgata a energia clássica dos anos 80 com uma produção moderna e poderosa, repleta de riffs cortantes e agudos viscerais.

Animals – Pink Floyd
  • Banda: Pink Floyd
  • Lançamento: Janeiro de 1977
  • Estilo: Rock ProgressivoUm álbum conceitual brilhante e sombrio, fortemente inspirado no livro A Revolução dos Bichos de George Orwell. Composto por faixas longas e guitarras afiadas de David Gilmour, o disco faz uma crítica ácida à sociedade capitalista industrial da época.

Temple of Shadows – Angra
  • Banda: Angra
  • Lançamento: Setembro de 2004
  • Estilo: Power Metal / Metal Progressivo
  • Uma das maiores obras-primas do metal nacional e mundial. Trata-se de um álbum conceitual complexo que narra a história de um cavaleiro das Cruzadas no século XI, misturando com maestria o peso do Power Metal com elementos de música clássica e ritmos brasileiros.
Você tem algum deles em casa ou já ouve em algum streaming? Deixe um comentário.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

 Se alguém curte rock e ainda não ouviu Stormbringer, está perdendo uma fase bem diferente — e ousada — do Deep Purple.


Primeiro: esse disco foge do óbvio. Em vez de repetir o hard rock clássico que a banda fazia em álbuns como Machine Head, aqui eles misturam rock com funk, soul e até um pouco de R&B. Isso já abre a cabeça de qualquer fã do gênero — mostra que o rock pode ir muito além do “peso + guitarra”.

Outro ponto forte é a formação: é a chamada “Mark III”, com David Coverdale nos vocais e Glenn Hughes dividindo os vocais. Essa dupla traz uma pegada mais soul e emocional, bem diferente do estilo mais agressivo do Ian Gillan (da fase anterior). Vale ouvir pra entender como uma troca de vocal muda completamente a identidade de uma banda.



E claro, tem Ritchie Blackmore — mas aqui ele já estava meio insatisfeito com a direção mais “funky”. Isso cria uma tensão interessante no som: guitarras pesadas convivendo com grooves mais dançantes. É praticamente um disco de transição — e isso costuma gerar coisas únicas.

Faixas que justificam a audição:

  • “Stormbringer” → abertura poderosa, ainda bem hard rock
  • “Mistreated” → uma das músicas mais emocionais da banda
  • “You Can’t Do It Right” → groove quase funk, bem fora do padrão do Purple
  • “Soldier of Fortune” → balada acústica clássica

Resumindo: Stormbringer é importante porque mostra que até gigantes do rock experimentam, erram, acertam e evoluem. Não é o álbum mais “puro” da banda — mas justamente por isso é um dos mais interessantes.



segunda-feira, 15 de janeiro de 2018




Eu ouvi e vi essa: Motorhead tocando "Heroes" do David Bowie.

Existe a versão "normal" cantada por David Bowie, existe a versão "bom moço" com a banda  Wallflowers e existe a versão "cabra-macho" do Motorhead, claro que é a minha preferida.




Conta pra nós nos comentários, qual você ouviu ou viu....

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O último CD da banda Pink Floyd é um convite ao relaxamento.



The Endless River é o décimo quinto e último álbum de estúdio da banda britânica Pink Floyd, lançado no dia 7 de novembro de 2014 nos EUA, no Japão e na América Latina. O projeto é baseado em sessões excluídas do último álbum, The Division Bell, o qual contém várias contribuições do tecladista e compositor Richard Wright, falecido em 2008 por causa de um câncer.

 Segundo Nick Mason, em seu livro Inside Out: A Personal History of Pink Floyd, as canções eram suficientes para um novo disco, o qual foi apelidado de The Big Spliff, embora tenha sido guardado, e mais recentemente retrabalhado.

Eu tive a sorte de ganhar esse CD e curtir com calma música por música e vale a pena cada nota.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Você sempre sonhou conhecer o Museu dos Beatles?

Então ...

Para você que é fã de carteirinha do quarteto de Liverpool, o blog Coizaradas traz fotos exclusivíssimas do Museu dos Beatles de... Liverpool.

Todas as fotos de Débora Bouvie  -  Se quiser copiar, indique a fonte: Blog Coizaradas




































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