No ano de 2050, todos os carros a combustão, movidos a energia fóssil estão banidos. Não é possível comprar um deles em uma loja como se fazia até 2035.
Somente os mega-ricos podem comprá-los, pois as taxas de compensação de carbono são altíssimas e um trabalhador mediano não consegue pagá-las.
Qualquer veículo a combustão fiscalizado e sem recolhimento das taxas, é desapropriado e o dono pode ser preso por até sete anos.
As pessoas comuns dirigem carros elétricos, pequenos e estritamente urbanos e todos são alugados. Todos os veículos são rastreados e escaneados 24 horas por dia. Não há controles físicos de velocidade, se o veículo se deslocar acima do permitido, depois de dois avisos sonoros, ele é bloqueado e a seguradora é acionada para recolhimento. Para usufruir de comandos avançados de multimídia, sistemas de localização on-line e de conforto pessoal, o usuário paga uma taxa adicional, além do valor do aluguel mensal.
Houve uma séria discussão política sobre direitos à segurança, pois as montadoras exigiam que serviços essenciais como o full-bag também fossem opcionais, mas foram derrotados na justiça. Itens de segurança serão de série sem cobranças adicionais.



