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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Já fiz uma postagem há algum tempo atrás com motos clássicas e que todo motociclista gostaria de ter em casa. Essa postagem segue a mesma linha, motos fora de linha mas que todo o motociclista veterano gostaria de ter. Veja a postagem e deixe um comentário se você gostaria de ter uma dessas beldades em casa..


Yamaha RD 350. Não sei o ano correto, mas deve ser de meados dos anos 80.

Honda CBR 450 SR. Uma moto completa, disco duplo na dianteira, disco na traseira, carenagem integral, guidão esportivo e no mercado se encontra em bom estado por 10 ou 12 mil pilas...barato!

De novo a Yamaha RD 350, aqui a R, produzida no Brasil no começo dos anos 90. Motor dois tempos, duplo farol, carenagem integral, dois canos esportivos de fábrica e um foguete nas mãos de quem gosta de enroscar o cabo do acelerador.

Honda CB 500 dos anos 70. Com essa linha CB os japoneses conquistaram os americanos.
 Yamaha RD 135 Z. Uma pequena esportiva para quem não podia chegar na irmã maior, a RD 350.
 Suzuki GS500 personalizada com carenagem, guidão esportivo banco bipartido, eliminado de para-lamas...

 Honda CB 500. Bem valorizada e bastante procurada por saudosistas, Foi produzida até 2003.
 Honda CBX 750 F preta japonesa, essa veio para o Brasil para testar o mercado em 1986. Pneu sem câmara, sistema anti-mergulho na dianteira, escape preto. A brasileira do ano seguinte incrivelmente foi piorada para baixar o preço da moto.


 A Suzuki GS 500 está à venda no Brasil desde 1989 praticamente igual, a única diferença dos modelos mais novos ( de 2002 em diante) é que o guidão ficou mais alto, mais confortável e menos esportivo, tanque aumentou para 20 litros e a sinaleira traseira ficou mais arredondada, no resto tudo igual. Deixou de ser comercializada em 2009 no Brasil mas continua à venda em alguns países da América do Sul, como na Colômbia e também em alguns países do Leste Europeu.
 Honda XLX 350 R. Moto multi uso, resistente e de fácil manutenção, só faltava um disco de freio traseiro.




Novamente a brava Honda CB 500. Disco de freio da grife Brembo e radiador de óleo, mas falta um marcador de combustível. mesmo assim é uma excelente compra.


Novamente a RD135Z.

 A Suzuki GS 500 ano 2008, assim como a CB 500, não tem marcador de combustível, mas tem suspensão mono atrás e disco de freio dianteiro com pinças flutuantes.








Lindas, lindas...
Gostou da postagem? Tem alguma dúvida? Escreve um comentário que eu respondo.. Abraço!

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Eu trabalho com programas gráficos de desenhos como o Adobe Illustrator, o Photoshop, CorelDRAW e Flash e como motociclista tenho uma paixão desde criança pelas máquinas de duas rodas. Tinha vontade de fazer um desenho mais complexo usando as novas versões do CorelDRAW e claro, pensei logo numa moto e a escolhida foi a CBR 500R  que tenho como uma moto esportiva bastante acessível, de manutenção mais barata que as quatro cilindros e perfeita no design.

Então vamos lá! Por onde começamos? Começamos importando uma foto da CBR 500 para a tela do Corel e iniciamos com traços básicos para ter as exatas dimensões da moto e traçamos linhas de contorno usando as ferramentas de linhas e modelando conforme a necessidade.

Na foto abaixo as linhas básicas já traçadas..
 Importante é não ter pressa e tentar ser bem fiel ao original.

 A cada dia nas minhas horas de folga, ia acrescentando formas, linhas e a vontade de vê-la pronta era grande.

Depois já adicionei cores e gradientes..
 Aqui coloquei um fundo para trabalhar com linhas de contorno brancas

O programa permite graduações de cores para dar impressão de profundidade, embora seja um programa de desenho em 2D.

Cada detalhe da CBR foi estudado para escolher as cores que dessem mais realismo e que fugissem da impressão de desenho de linhas..

É claro que com tantos objetos e linhas e gradientes e tudo mais, chega uma hora que o programa pode dar "pau" como a gente fala popularmente. Isso não é exclusividade do CorelDRAW, então salvar a cada dez minutos é essencial. Dá pra configurar um backup automático para o tempo que quisermos, a cada cinco minutos por exemplo.

Não perdi nada porque já havia salvo há pouco tempo....ufa...
 Aqui já indo para os detalhes finais, mas faltam ainda a roda traseira, os cabos do painel, as setas (piscas), detalhes do motor e também dos freios dianteiros.

 Depois de quatro meses trabalhando nas minhas horas de folga, a CBR 500 R tá quase...

Aqui com fundo em degrade para ver melhor a máquina...

Aqui com outro fundo mais colorido...

Todo o desenho vetorial é formado por segmentos de retas ou linhas, essas formas são criadas e depois modeladas até chegar á forma desejada. Nessa imagem abaixo, uma amostra de todas as linhas que formam a imagem da CBR500R. São mais de 1.500 objetos desenhados, modelados e preenchidos com cores, seja sólidas ou gradientes, há muitos objetos com preenchimento de malha onde os gradientes não chegavam na iluminação desejada.


Na imagem abaixo, tudo pronto...


Na imagem abaixo, a tela do programa e a CBR pronta..

Deixe um comentário sobre o que você achou. Gostou? Qual sua opinião? Você quer começar a desenhar com programas gráficos e quer umas dicas, uma ajuda? Escreva sua dúvida que eu respondo.

Abraços a todos e principalmente um abraço muito especial ao pessoal do marketing da Honda Brasil que são especiais demais!!

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